Sobre

O Dr. Jeronimo Bastos

É advogado especializado e pós-graduado em Inventários, com foco em oferecer soluções jurídicas claras, ágeis e eficientes para questões relacionadas a heranças, partilhas e sucessões. Com uma abordagem humanizada e comprometida, atua com sensibilidade e atenção aos detalhes, entendendo que este é um momento delicado para muitas famílias.
A missão do Dr. Jerônimo Bastos é garantir que os processos de inventário sejam conduzidos de forma prática e descomplicada, sempre buscando preservar os direitos e interesses de seus clientes. Com experiência e conhecimento técnico, ele é o profissional ideal para orientar e resolver demandas de forma ética e transparente.

Compromisso em oferecer resultados que façam a diferença na vida de cada cliente.

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Perguntas frequentes

O principal objetivo do Inventário é resolver as relações jurídicas deixadas pela pessoa falecida, sendo um procedimento que visa a apurar os bens, direitos e dívidas da pessoa que faleceu, para que se possa fazer a partilha entre os seus herdeiros. O inventário pode ser feito de forma judicial ou extrajudicial, dependendo das circunstâncias do caso.

O inventário judicial é aquele que depende da intervenção de um juiz e de um processo judicial. Ele é obrigatório quando há discordância entre os herdeiros, ou quando o falecido deixou testamento, mas ainda assim pode ser feito na via extrajudicial ao se impetrar uma ação de abertura e cumprimento de testamento.

O inventário judicial é mais demorado, complexo e caro do que o extrajudicial. Ele pode levar anos para ser concluído, dependendo da complexidade do caso e da sobrecarga do judiciário. Além disso, ele exige o pagamento de custas processuais e honorários advocatícios em valores mais elevados.

O inventário extrajudicial é aquele que é feito em cartório de notas, sem a necessidade de intervenção judicial.

Ele é mais rápido, simples e econômico do que o judicial. Ele pode ser concluído em poucos meses ou até semanas, dependendo da agilidade dos herdeiros, do cartório e do grau técnico do advogado.

No entanto, o inventário extrajudicial só pode ser feito quando houver consenso entre todos os herdeiros, e a assistência por advogado. Caso contrário, o inventário deverá ser judicial.

O inventário extrajudicial é uma forma de realizar a partilha dos bens deixados por uma pessoa falecida sem a necessidade de recorrer ao Poder Judiciário.

É um procedimento mais rápido, simples e econômico do que o inventário judicial, o qual requer a intervenção de um juiz e segue um rito mais formal e demorado.

O inventário extrajudicial pode ser feito quando todos os herdeiros estiverem em acordo quanto à divisão dos bens.

Para realizar o inventário extrajudicial, os herdeiros devem comparecer a um cartório de notas, acompanhados de um advogado, para lavrar a escritura pública de inventário e partilha. Essa escritura é o documento que formaliza a transferência dos bens do falecido para os herdeiros, após a quitação das obrigações deixadas pelo(a) falecido(a).

O custo de um inventário extrajudicial varia de acordo com o valor dos bens envolvidos e com as taxas cobradas pelo cartório e pelo advogado.

Em geral, o custo de um inventário extrajudicial é composto pelos seguintes itens:
 Imposto sobre Transmissão Causa Mortis e Doação (ITCMD): é um imposto estadual que incide sobre a transmissão dos bens do falecido para os herdeiros. A alíquota varia de acordo com cada estado, o Senado Federal determinou que a alíquota máximo exigível é de 8%, há estados em que a alíquota tem valor progressivo, de acordo com o valor total dos bens.
 Custas cartorárias: são as taxas cobradas pelo cartório para lavrar a escritura pública de inventário e partilha. Essas taxas também variam de acordo com cada estado, mas geralmente são calculadas com base em uma tabela progressiva sobre o valor total dos bens. Atualmente em 2025 o DF e Paraná possuem os valores mais baixos.
 Honorários advocatícios: são os valores cobrados pelo advogado que representa os herdeiros no processo. Esses valores podem ser negociados livremente entre as partes, mas geralmente seguem uma tabela sugerida pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).

Para se ter uma estimativa do custo de um inventário extrajudicial, é possível usar alguns simuladores online disponíveis na internet.

No entanto, esses simuladores são apenas referências aproximadas e não substituem a consulta a um profissional habilitado.

O tempo de duração de um inventário extrajudicial depende da complexidade do caso e da agilidade dos envolvidos.

Em geral, um inventário extrajudicial pode ser concluído em poucos meses, desde que todos os requisitos sejam cumpridos e não haja pendências ou impugnações.

O prazo legal para iniciar o inventário extrajudicial é de 2 meses após o falecimento do autor da herança. Já o prazo legal para concluir o inventário extrajudicial é de 180 dias após o início do processo.

Esses prazos podem ser prorrogados por motivos justificados, mas é recomendável não os ultrapassar, pois podem acarretar multas e juros.

O inventário extrajudicial apresenta algumas vantagens e desvantagens em relação ao inventário judicial, que devem ser consideradas pelos herdeiros na hora de escolher a modalidade mais adequada para o seu caso.

As principais vantagens do inventário extrajudicial são:

  • Rapidez: o inventário extrajudicial pode ser concluído em poucos meses, enquanto o inventário judicial pode levar anos para ser finalizado, dependendo da complexidade do caso e da sobrecarga do Poder Judiciário.
  • Simplicidade: o inventário extrajudicial dispensa a intervenção de um juiz e segue um procedimento mais simples e direto, bastando que os herdeiros compareçam ao cartório com os documentos necessários e a assistência de um advogado.
  • Economia: o inventário extrajudicial é mais barato do que o inventário judicial, pois envolve menos custos com impostos, taxas, honorários e despesas processuais.

 

As principais desvantagens do inventário extrajudicial são:

  • Restrições: o inventário extrajudicial só pode ser feito quando todos os herdeiros estiverem em comum acordo, ainda que haja testamento e herdeiros menores, momento este em que deverão ser observadas algumas exigências legais.
  • Riscos: o inventário extrajudicial depende da boa-fé dos herdeiros e da regularidade dos documentos apresentados. Se houver algum erro, fraude ou vício na escritura pública de inventário e partilha, ela poderá ser anulada ou impugnada posteriormente, gerando transtornos e prejuízos para os envolvidos.

Ao optar pelo inventário extrajudicial, os herdeiros devem ter alguns cuidados para evitar problemas futuros, como:

  • Verificar se todos os requisitos legais para fazer o inventário extrajudicial estão sendo cumpridos;
  • Levantar todos os documentos necessários para fazer o inventário extrajudicial e conferir se eles estão atualizados e em ordem;
  • Pagar os impostos e taxas referentes à transmissão dos bens antes da lavratura da escritura pública de inventário e partilha;
  • Escolher um cartório de notas de confiança e verificar as exigências e custos do serviço;
  • Contratar um advogado especializado em inventários, que possa orientar e representar os interesses dos herdeiros no processo.

O planejamento sucessório é um assunto que deve ser tratado com muita atenção e cuidado, pois envolve a transferência de bens e direitos de uma pessoa para outra após a sua morte.

Quando não há um estudo e planificação adequados para a sucessão, a distribuição dos bens pode se tornar um processo complexo, demorado e até mesmo conflituoso.

Para garantir uma distribuição justa e legal dos bens, é fundamental que se faça um planejamento sucessório, que nada mais é do que um conjunto de medidas que visam orientar a transferência de bens e direitos de uma pessoa para outra após a sua morte.

Dessa forma, evita-se a ocorrência de conflitos entre os herdeiros e assegura-se que a vontade do titular dos bens seja respeitada.

A sucessão patrimonial é um processo complexo que envolve a transferência de bens, direitos e obrigações de uma pessoa falecida para seus herdeiros ou sucessores legais.
Esses bens podem incluir propriedades, investimentos, contas bancárias, veículos e outros ativos, bem como dívidas e obrigações financeiras.

A sucessão patrimonial é um processo legal que ocorre após a morte de uma pessoa, onde seus bens, direitos e obrigações são transferidos para seus herdeiros ou sucessores legais.
Esse processo pode envolver a distribuição de bens, pagamento de dívidas e obrigações financeiras, e a elaboração de um testamento ou outros documentos legais.

Durante a sucessão patrimonial, é importante considerar não apenas os ativos do falecido, mas também suas dívidas e obrigações financeiras.
Os herdeiros podem ser responsáveis pelo pagamento dessas dívidas, dependendo da legislação local e dos acordos de herança.
Por isso, é importante trabalhar com um advogado especializado em sucessão patrimonial para garantir que a divisão de bens e dívidas sejam justas e legais.

A planificação é fundamental para garantir que a sucessão patrimonial ocorra sem problemas e de acordo com as vontades do falecido.
A elaboração de um testamento e outros documentos legais pode ajudar a evitar conflitos entre os herdeiros e garantir que os bens sejam distribuídos de forma justa.
Além disso, a planificação pode ajudar a minimizar o impacto fiscal sobre a herança, o que pode ser significativo em alguns casos.

Os advogados especializados em sucessões patrimoniais desempenham um papel fundamental no processo de planificação e distribuição de bens. .
Eles podem ajudar a elaborar testamentos e outros documentos legais, aconselhar sobre questões fiscais e de propriedade, e atuar como mediadores em conflitos entre os herdeiros. .
É importante escolher um advogado com experiência em sucessão patrimonial para garantir que o processo ocorra de forma justa e legal. .

Para garantir uma distribuição justa do patrimônio, é importante trabalhar com um advogado especializado em sucessão patrimonial e elaborar documentos legais claros e precisos.
Além disso, é importante revisar regularmente a planificação da sucessão patrimonial para garantir que ela esteja atualizada e reflita as mudanças na vida e nos negócios do falecido.
Com a ajuda de um advogado experiente e uma planificação adequada, é possível garantir uma distribuição justa e legal do patrimônio.

O inventário judicial é um dos modelos mais comuns e amplamente conhecidos para realizar a partilha de bens de uma pessoa falecida. Neste procedimento, as partes interessadas ingressam com uma ação no Poder Judiciário, perante um juiz, a fim de formalizar a divisão dos ativos e passivos do falecido. Para dar início ao processo, é necessário apresentar uma petição ao juiz, na qual são detalhados todos os bens e direitos pertencentes à pessoa falecida, bem como os seus herdeiros legais.
Vale ressaltar que o inventário judicial pode ocorrer de forma amigável, quando há um consenso entre os herdeiros, ou de maneira litigiosa, quando existem desacordos e conflitos entre as partes envolvidas. Quando as partes estão de acordo, o procedimento tende a ser mais ágil, uma vez que o juiz precisa avaliar principalmente se a petição atende aos requisitos legais, podendo então homologar o pedido.
Porém, nos casos em que surgem divergências e desentendimentos entre os herdeiros, o juiz tem a responsabilidade de analisar minuciosamente todos os pedidos e as evidências apresentadas para identificar os direitos de cada herdeiro e conduzir a partilha de bens de acordo com a legislação aplicável.
Ao final do processo, o juiz emite um documento oficial que registra a distribuição do patrimônio entre todos os herdeiros. A duração do inventário judicial pode variar consideravelmente de um caso para outro, e não é possível prever com exatidão o tempo que levará.
O artigo 611 do Código de Processo Civil estabelece um prazo de até 12 meses a partir da entrada do pedido para concluir o procedimento. No entanto, é importante observar que em situações excepcionais, tanto o juiz quanto as partes envolvidas podem solicitar prorrogações desse prazo.
Quando ocorrem disputas e conflitos prolongados ao longo do processo, a sua duração pode se estender até que todas as questões sejam devidamente resolvidas.

O testamento desempenha um papel crucial na sucessão e distribuição de bens, permitindo que a vontade do testador seja realizada conforme descrito após sua morte.
O testamento oferece a oportunidade de nomear herdeiros específicos ou legatários e, distribuir bens de forma personalizada, expressando as disposições especiais que visem à proteção de entes queridos, caridade ou outras causas importantes.

Existem diferentes tipos de testamentos, cada um com características específicas e requisitos legais a serem considerados. Os principais tipos incluem:

Testamento Público: É feito perante um tabelião ou notário público, registrado em cartório e conta com a presença de testemunhas. Esse tipo de testamento oferece maior segurança jurídica e é mais difícil de ser contestado.

Testamento Cerrado: Também conhecido como testamento particular, é escrito de próprio punho pelo testador ou digitado, assinado e lido na presença de duas testemunhas. Embora seja mais flexível e menos dispendioso, pode apresentar maior risco de contestação.

Testamento Particular Internacional: É utilizado por pessoas com nacionalidade ou domicílio em diferentes países, seguindo as leis internacionais para garantir sua validade e execução em diferentes jurisdições.

O testamento é uma ferramenta poderosa e essencial no planejamento sucessório, permitindo que uma pessoa (testador/testadora) expresse seus desejos sobre como seus bens e propriedades devem ser distribuídos após seu falecimento. Ele confere segurança jurídica e tranquilidade aos indivíduos, garantindo que suas vontades sejam respeitadas.

O testamento desempenha um papel crucial na sucessão e distribuição de bens, permitindo que o testador tenha controle sobre seus ativos após sua morte. Sem um testamento válido, a propriedade e os bens podem ser distribuídos de acordo com as leis de sucessão intestada, que podem não refletir os desejos individuais. O testamento oferece a oportunidade de nomear herdeiros específicos, distribuir bens de forma personalizada e expressar disposições especiais que visem à proteção de entes queridos, caridade ou outras causas importantes.

Você já pensou em como será a distribuição dos seus bens após a sua morte? Você gostaria de deixar uma parte do seu patrimônio para alguém que não é seu parente ou para uma causa social? Se você respondeu sim a alguma dessas perguntas, talvez você deva considerar fazer um testamento. Se você quer evitar conflitos entre os seus herdeiros ou garantir que os seus desejos sejam respeitados, o testamento é o documento você precisa! Pois com ele é possível expressar a sua vontade sobre o destino dos seus bens e de outras questões que lhe interessam depois que você morrer. Neste artigo, você vai aprender o que é um testamento, para que ele serve, quais são os tipos de testamento, como fazer um testamento válido e quais são as vantagens e desvantagens de cada modalidade.
O que é um testamento? O testamento é um ato jurídico pelo qual uma pessoa, chamada de testador, declara a sua vontade sobre a disposição dos seus bens e de outras questões que lhe interessam para depois da sua morte. Além disso é importante compreender que o testamento é um ato pessoal, livre e revogável. Isso significa que só você pode fazer o seu.

No atual cenário econômico, a proteção do patrimônio e a garantia da sucessão patrimonial são preocupações constantes para muitas famílias. Nesse contexto, a utilização da holding familiar tem se mostrado uma estratégia eficiente para proteger os bens familiares, proporcionando segurança jurídica, planejamento sucessório e benefícios fiscais. Neste artigo, como um advogado especialista, irei explicar o que é uma holding familiar, seus benefícios e as principais estratégias para implementá-la de forma eficiente.
O que é uma Holding Familiar? A holding familiar é uma empresa constituída com o objetivo de administrar o patrimônio de uma família. Ela pode ser criada por meio de uma sociedade limitada ou sociedade por ações, e seus membros são os próprios familiares. A holding passa a ser proprietária dos bens e direitos da família, enquanto os membros se tornam acionistas ou quotistas da empresa. A utilização da holding familiar traz diversos benefícios para a proteção do patrimônio. Destaco a Proteção dos bens: Ao transferir os bens para a holding, eles passam a ser propriedade da empresa, o que oferece uma camada adicional de proteção contra credores e litígios, minimizando os riscos de perda patrimonial.

Dentre as questões mais comuns que chegam aos tribunais, o inventário é uma delas, um procedimento essencial para regularização do patrimônio deixado por pessoas falecidas. Nesse sentido, é importante destacar a existência do inventário simplificado, um processo mais rápido e acessível.
O que é um Inventário e por que ele é necessário? Quando uma pessoa falece, é necessário realizar o inventário para determinar como serão distribuídos os bens entre os herdeiros. O inventário é um procedimento legal que busca organizar e formalizar essa divisão. Ele é importante para garantir que todos os envolvidos tenham seus direitos respeitados e para evitar conflitos futuros. No inventário, são listados todos os bens deixados pelo falecido, como: móveis, imóveis, contas bancárias, investimentos, entre outros. Além disso, são identificados os herdeiros legais e/ou testamentários. O objetivo é fazer um levantamento completo do patrimônio do falecido e determinar como ele será dividido.

O planejamento sucessório é essencial para garantir uma distribuição justa e legal dos bens após a morte. Saiba como funciona e as medidas necessárias para evitar conflitos e problemas legais e financeiros. Conte com a ajuda de um advogado especializado em sucessão e herança para orientá-lo sobre as melhores estratégias.

Um dos aspectos fundamentais do testamento é a nomeação dos herdeiros e legatários. Os herdeiros são as pessoas que receberão parte ou a totalidade dos bens do testador, enquanto os legatários receberão um bem específico ou uma quantia determinada.
É crucial fazer uma lista completa e atualizada das pessoas que o testador deseja beneficiar em seu testamento. Isso pode incluir familiares, amigos próximos, instituições de caridade ou qualquer outra pessoa ou entidade que seja considerada importante.

É possível nomear um tutor legal que ficará responsável pelos cuidados dos filhos caso ambos os pais faleçam.
Além disso, é recomendável criar um fundo fiduciário ou estabelecer diretrizes claras sobre como os recursos financeiros devem ser geridos em benefício dos menores.
Consultar um advogado especializado em direito de família e sucessões é altamente recomendado para garantir que todas as necessidades e interesses dos filhos sejam devidamente contemplados no testamento.

É importante lembrar que um testamento pode ser revogado ou atualizado a qualquer momento, desde que o testador esteja mentalmente capaz de tomar essa decisão. Mudanças na situação familiar, financeira ou pessoal podem exigir a revisão e alteração do testamento existente.
Para revogar um testamento, o testador pode criar um novo documento que expressamente revogue todas as disposições anteriores. Alternativamente, é possível destruir o testamento existente de forma intencional.

Embora seja possível criar um testamento por conta própria, é altamente recomendado buscar a orientação de um advogado especializado em planejamento sucessório.
Um advogado experiente poderá ajudar o testador a entender as leis aplicáveis, garantir que o testamento esteja em conformidade com os requisitos legais e auxiliar na prevenção de erros que possam invalidar o documento. .
Além disso, um advogado pode fornecer aconselhamento específico sobre questões como planejamento tributário, disposições de cuidados para pessoas com necessidades especiais e estratégias para minimizar disputas familiares. .
Em suma, o testamento é um instrumento poderoso que confere aos indivíduos o controle sobre a sucessão e distribuição de seus bens. .
Ao elaborar um testamento válido e eficaz, o testador garante que seus desejos sejam respeitados e seus entes queridos sejam devidamente protegidos.

A partilha de bens após o falecimento de alguém pode ocorrer de duas maneiras distintas: por meio de uma decisão judicial ou por meio de um procedimento extrajudicial conduzido em um cartório.
A abordagem extrajudicial envolve a elaboração de uma escritura pública e requer que todos os herdeiros estejam em acordo.

Optar por realizar o inventário por meio de um cartório apresenta diversas vantagens, tais como a necessidade de todos os herdeiros estarem em plena capacidade jurídica, a obtenção de um consenso unânime entre eles, a assistência legal garantida a todas as partes envolvidas, o pagamento de todos os tributos necessários, entre outros fatores que serão cuidadosamente examinados pelo advogado encarregado do processo.

No contexto do inventário extrajudicial, é possível que todo o procedimento seja finalizado em um período relativamente curto, resultando na obtenção da Escritura Pública de Inventário em aproximadamente 30 dias. É importante ressaltar que o estágio que normalmente demanda mais tempo é a coleta e organização dos documentos essenciais para o processo, e principalmente o pagamento integral de impostos.

O planejamento sucessório pode incluir diversos procedimentos, como a elaboração de testamentos, a criação de fundos de investimento, a doação de bens ainda em vida, a nomeação de um curador e a escolha de um inventariante.
Além disso, é importante destacar que a sucessão e herança podem envolver questões tributárias, que devem ser consideradas no planejamento sucessório.
Nesse sentido, é fundamental que se busque o auxílio de um advogado especialista em sucessão e herança. Esse profissional poderá orientar sobre as melhores estratégias para a transferência de bens e direitos, além de prestar assessoria jurídica durante todo o processo.
Em suma, a sucessão e herança são assuntos complexos e que exigem muita atenção e cuidado. Para garantir uma distribuição justa e legal dos bens, é fundamental que se faça um planejamento sucessório adequado e que se busque o auxílio de um advogado especialista em sucessão e herança.
Se você ainda não possui um planejamento sucessório, entre em contato conosco e agende uma consulta com um dos nossos especialistas.

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